conta-se a história de uma bailarina russa (escapa-me agora o nome) a quem um jornalista perguntou, depois de um espectáculo, qual o significado daquilo que tinha dançado. a bailarina respondeu-lhe que, se o pudesse dizer em tantas palavras, não precisaria de o dançar.
é mais ou menos isso que acontece com esta citação. se conseguisse dizê-lo de outra forma, seriam necessárias muitas palavras e nem sequer chegaria perto deste estado de alma.
a tori amos acertou no alvo em três curtos versos.