...................................... às vezes ainda
te espero como te esperava quando chegavas
com o uniforme lindo da tua inocência. há muito
tempo que te espero. há muito tempo que não vens.
{ José Luís Peixoto, «no tempo em que éramos felizes não chovia» in A criança em ruínas. Vila Nova de Famalicão: Edições Quasi, 2001, 70. }