ontem, à 01:08, a s. enviava-me esta mensagem. não fora o facto de ter apenas um cêntimo no telemóvel e teria respondido. aliás, dados os acontecimentos das últimas catorze horas, deveria tê-lo feito. creio que a frase ficou pendurada sem resposta e tornou-se, sem querer, na epígrafe do meu dia. olhando agora para os últimos dias, a obsessão sem limites pela Anna Karenina foi, mais do que a consequência de uma reconciliação sucessivamente adiada, uma premonição dos diabos. ora bolas.
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